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Java

Logomarca da linguagem Java

No universo da Tecnologia da Informação, Java é uma linguagem de programação de alto nível, orientada a objetos. Sua marca pertence à empresa Sun Microsystems, empresa esta recentemente comprada pela gigante Oracle.

Minha experiência em torno do Java começou quando eu estava concluindo o último período do curso de bacharelado em ciência da computação na UFF, no início de 2000. O que me facilitou o rápido aprendizado desta linguagem foram basicamente as linguagens C e C++ (trabalhos acadêmicos) e conceitos avançados de orientação a objetos.

Ao princípio, trabalhar com Java não foi uma escolha pessoal. Fui aprovado em um processo de seleção para estagiário da empresa Lotus-IBM, para atuar em uma das consultorias parceiras da IBM, chamada Ace Informática, a qual, antes de se juntar à BRQ chamava-se Actio Interactive Solutions.

Até a primeira semana de estágio, tendo feito o curso completo de Lotus Notes e Domino, estava certo com qual tecnologia iria trabalhar. Mas foi quando, repentinamente (Deus sempre esteve no controle), colocaram-me para fazer um curso interno de Java, tendo Otávio Ritter como meu instrutor. Duas semanas depois já estava dentro da SulAmérica Seguros, para me juntar à equipe de desenvolvimento no projeto KitAuto. Tive a companhia e a ajuda de uma equipe com alto nível técnico e gerencial (pex.: Rafael S. R. Pereira e Luiz Fernando). Em muito pouco tempo já estava ajudando efetivamente para o sucesso do projeto. Lembro-me como se fosse hoje: IDE Visual Age for Java e um Servidor de Aplicação IBM WebSphere v.2, rodando em apenas uma máquina!

A partir daí passei por uma outra seguradora (ainda pela mesma consultoria) chamada CGU Seguros, atual Royal & SunAlliance, onde também trabalhei com pessoas companheiras e atenciosas (Deus sempre esteve no controle), as quais só contribuíram para meu constante crescimento profissional. Posteriormente, pela consultoria Stefanini IT Solutions, voltei para a SulAmérica Seguros, para o projeto RIC (Riscos Industriais e Comerciais) e fui desafiado para trabalhar pela primeira vez como arquiteto e desenvolvedor de um projeto. Um projeto com apenas duas pessoas (um gerente-analista-programador-cobol e eu webdesigner-arquiteto-programador-java). Para a glória de Deus o projeto foi um sucesso, todos ficaram satisfeitos e (detalhe) a Stefanini está neste cliente até hoje!

Desde o início da Faculdade (3/1997) já me relacionava com 3 indivíduos: Fábio Oliveira, André Moraes e Fábio Nunes. Naquele processo de seleção da Lotus, em 2000, estava também o André Moraes. Entramos juntos na Ace Informática. Primeiramente indiquei o Fábio Oliveira, posteriormente o André indicou o Fábio Nunes. Foi assim que nós 4 ingressamos juntos no mundo Java. Um ano depois, eu fiz o projeto final da faculdade com o Fábio Oliveira, assim como também fizeram André Moraes e Fábio Nunes.

Após minha saída da fusão Actio-BRQ e ir para Stefanini, aqueles três elementos foram juntos para uma consultoria chamada Interconnection IT atuar como Arquitetos e Desenvolvedores Java. Após um ano separado deles (estando eu na Stefanini), fui indicado por eles para formarmos o humorado “quarteto fantástico” (até parece). Naquela empresa tirei minha primeira e última (até agora) certificação Java (programador). Graças ao bom Deus tudo correu bem durante aqueles 2,5 anos, até que a empresa mergulhou em dívidas e cada um teve que se virar. Mas, também graças a Deus, o mercado Java sempre esteve aquecido e fui rapidamente realocado. A história de nós 4 é muito grande, divertida, produtiva e criativa.

Após uma boa indicação da Márcia Macieira (WebDesigner, com quem já tinha trabalhado na Royal & SunAlliance) para trabalhar com Arquitetura e Desenvolvimento Java no Ministério Público RJ, conheci os arquitetos Arnaldo Nascimento e um ícone chamado Adib Murad. André Moraes passou no concurso da Petrobrás e, naturalmente, indiquei 3  Fábios (Oliveira, Nunes e Peclat), além de outros bons profissionais. Desde então já se passaram 4 anos, e muita coisa boa tem acontecido lá. Só não sei até quando permanecerei no MPRJ, pois Deus sempre esteve e estará no controle da minha vida.

Vejam só… Desde Novembro de 2010 deixei de trabalhar no MPRJ, deixando lá os Fábios, e voltei a trabalhar com André Moraes, na Petrobrás. Trabalho novo, pessoas novas, nova e melhor rotina, tudo com qualidade de vida. Melhor para mim, melhor para a minha família. Enfim, como havia afirmado anteriormente, Deus continua no controle da minha vida.

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